A Marcela Alves do Radiante é a responsável pela cara nova do Blog.
Não ficou muito mais agradável ler um conto agora?
Obrigada Marcela!!!
Segunda-feira, Janeiro 09, 2012
Quarta-feira, Novembro 16, 2011
sms
Ele a amava tanto que ao ler SMS dela que dizia:
"Acabou, não me procure mais",
guardou o celular e nunca mais teve outro.
"Acabou, não me procure mais",
guardou o celular e nunca mais teve outro.
Quarta-feira, Novembro 09, 2011
25 gotas
25 gotas, cada vez que se lembrava que teria que despeja-las desistia. O amargo era insuportável para seu paladar que se acostumara ao melado. 25 gotas até adoçam, mas ainda amargam.
Pensava em desistir dos líquidos: quem precisa de café pela manhã, suco pela tarde, leite com achocolatado à noite. Meus pais não tiveram isso e são felizes até hoje. Se bem que eles tiveram café.
No suco elas são piores- comentou o amigo com os olhos grudados no gol do time que passava na tv. Balançou a cabeça concordando. Só amigos para incetivarem e ajudar a ir pra frente mesmo, pensou enquanto cortava a cenoura, que, provavelmente, era a coisa mais doce que comera no ultimos cinco dias.
Renunicou ao café da tarde, entrou no refrigerante diet, mas mesmo com o gosto de ferro do refri escuro, o amargo fora disfarçado. A boca agora além do amargo, tinha gosto de sangue.
Com Mozart ao fundo e um vinho na taça foi para o jantar. Dessa vez não encontraria o sabor familiar. A cada grafada aproveita para se sentir livre, a taça esvaziou rápido, a garrafa esvaziou rápido, o tempo esvaziou rápido.
Passou a adotar álcool: o café: cerveja; no almoço: vinho; no lance: wisky jantar: vodka.Já não ligava para o que diziam os amigos, nem a família. Para os médicos só diza: "Vocês cortaram meu açúcar", e seguia consumindo mais e mais os seus substitutos.
Mais ainda sonhava com um café bem doce, com um suco de manga escaldado, a sensação de comer um punhado de açúcar. Sonhava tanto que começou uma exeriencia na cozinha de casa. Passa todas suas horas de folga misturando produtos que similassem o gosto do açúcar.
Começou a faltar de serviço, a não almoçar não saia mais de casa, não atendia o telefone e usou toda sua coleção de cds como porta copos. Só conseguia pensar em uma xícara de café doce.
Com a barba de anos e mil vezes mais magro, acertou o gosto. O líquido no tubo ainda tiha fumaça. Não pensou duas vezes, abri a garrafa, despeijou o café na xícara, e pingou 25 gotas.
O ar sumiu, as cores se misturam, o alarme tocou abafando o som oco do corpo caindo no piso de madeira. As 25 gotas eram toxicas ou o coração não aguentou a emoção?
Pensava em desistir dos líquidos: quem precisa de café pela manhã, suco pela tarde, leite com achocolatado à noite. Meus pais não tiveram isso e são felizes até hoje. Se bem que eles tiveram café.
No suco elas são piores- comentou o amigo com os olhos grudados no gol do time que passava na tv. Balançou a cabeça concordando. Só amigos para incetivarem e ajudar a ir pra frente mesmo, pensou enquanto cortava a cenoura, que, provavelmente, era a coisa mais doce que comera no ultimos cinco dias.
Renunicou ao café da tarde, entrou no refrigerante diet, mas mesmo com o gosto de ferro do refri escuro, o amargo fora disfarçado. A boca agora além do amargo, tinha gosto de sangue.
Com Mozart ao fundo e um vinho na taça foi para o jantar. Dessa vez não encontraria o sabor familiar. A cada grafada aproveita para se sentir livre, a taça esvaziou rápido, a garrafa esvaziou rápido, o tempo esvaziou rápido.
Passou a adotar álcool: o café: cerveja; no almoço: vinho; no lance: wisky jantar: vodka.Já não ligava para o que diziam os amigos, nem a família. Para os médicos só diza: "Vocês cortaram meu açúcar", e seguia consumindo mais e mais os seus substitutos.
Mais ainda sonhava com um café bem doce, com um suco de manga escaldado, a sensação de comer um punhado de açúcar. Sonhava tanto que começou uma exeriencia na cozinha de casa. Passa todas suas horas de folga misturando produtos que similassem o gosto do açúcar.
Começou a faltar de serviço, a não almoçar não saia mais de casa, não atendia o telefone e usou toda sua coleção de cds como porta copos. Só conseguia pensar em uma xícara de café doce.
Com a barba de anos e mil vezes mais magro, acertou o gosto. O líquido no tubo ainda tiha fumaça. Não pensou duas vezes, abri a garrafa, despeijou o café na xícara, e pingou 25 gotas.
O ar sumiu, as cores se misturam, o alarme tocou abafando o som oco do corpo caindo no piso de madeira. As 25 gotas eram toxicas ou o coração não aguentou a emoção?
Sexta-feira, Junho 24, 2011
em épocas de dieta
atendendo ao estomago pediu uma pizza.
para evitar contrangimentos
pediu que vivesse disfarçada de salada.
para evitar contrangimentos
pediu que vivesse disfarçada de salada.
Quarta-feira, Junho 01, 2011
Maldita Vida Saudável!
Aquele estagio em que tudo pára foi atingido. As coisas já não são mais controladas por suas vontades, os dias e as noites se emendam como se o sol e a lua fossem somente fontes de luz.
Continuar ainda é necessário, a fileira está na mesa, as mãos ainda tremem, aquele suor frio delas, já evaporou devido ao calor que vem da testa. Febre? Já não tem certeza.
O ponteiro move, aparentemente o único sem preocupação. O
clima pesado, o cheiro do cigarro aceso ainda irritava mais do que seus olhos. Respirar fundo não era a resposta.
Os passos do corredor ficaram mais claros, eles não fazem um circulo, tem uma rota certa, quase sempre morrem perto da escada, um ou outro tenta o caminho alternativo, maldita vida saudvel.
Café já não faz efeito, mas agora não dá mais para pensar em café, a soluação aqui é continuar. O resultado não importa muito, de qualquer forma, terá que prosseguir. Tá certo que um bom resultado seria favoravel, mas para que alimentar esperanças? Essa coisa não ajuda ninguém a fazer coisa alguma.É só uma coisa que disseram que existe.
Outra movimentação do relógio, outro barulho irritante, mais passos. Agora passos dentro da sala. Ele pega a caneta na filheira, assina o papel, e ao som dos próprios passos deposita o papel na mesa.
O outro levanta os olhos, varre cada centímetro de seu provavel interlocutor e lhe diz:
- Para que você fez a prova?! Seu semestre já está perdido.
Com o mesmo olhar de despreso, ele se dirige pro elevador que agora vive vazio. Maldita vida saudavel, pensa enquanto acende o cigarro.
Continuar ainda é necessário, a fileira está na mesa, as mãos ainda tremem, aquele suor frio delas, já evaporou devido ao calor que vem da testa. Febre? Já não tem certeza.
O ponteiro move, aparentemente o único sem preocupação. O
clima pesado, o cheiro do cigarro aceso ainda irritava mais do que seus olhos. Respirar fundo não era a resposta.
Os passos do corredor ficaram mais claros, eles não fazem um circulo, tem uma rota certa, quase sempre morrem perto da escada, um ou outro tenta o caminho alternativo, maldita vida saudvel.
Café já não faz efeito, mas agora não dá mais para pensar em café, a soluação aqui é continuar. O resultado não importa muito, de qualquer forma, terá que prosseguir. Tá certo que um bom resultado seria favoravel, mas para que alimentar esperanças? Essa coisa não ajuda ninguém a fazer coisa alguma.É só uma coisa que disseram que existe.
Outra movimentação do relógio, outro barulho irritante, mais passos. Agora passos dentro da sala. Ele pega a caneta na filheira, assina o papel, e ao som dos próprios passos deposita o papel na mesa.
O outro levanta os olhos, varre cada centímetro de seu provavel interlocutor e lhe diz:
- Para que você fez a prova?! Seu semestre já está perdido.
Com o mesmo olhar de despreso, ele se dirige pro elevador que agora vive vazio. Maldita vida saudavel, pensa enquanto acende o cigarro.
Sexta-feira, Abril 08, 2011
Segunda-feira, Março 14, 2011
Jornlista estressado
- dois contos.
- o que? você quer dois contos para hoje?
- não são dois contos do cigarro.
- o que? você quer dois contos para hoje?
- não são dois contos do cigarro.
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